domingo, 22 de julho de 2012

"Don't carry the world upon your shoulders..."

Agosto está aí... Menos de 5 meses pra mais um ano ir embora!
E o desespero de não ter cumprido as famosas promessas de Ano Novo? Na verdade não fiz muitas, diga-se nenhuma, mas estabelecer metas é a mesma coisa não?
Não tá fácil pra ninguém né, é isso que eu venho observado! "Vamos sair, mas não temos mais dinheiro, os meus amigos todos estão procurando emprego, voltamos a viver como a dez anos atrás, e a cada hora que passa envelhecemos dez semanas..."
Dá nojo ver jornal, dá nojo conversar com algumas pessoas, dá nojo ver certas coisas. "O mundo está ao contrário", eu já reparei e tenho medo, muito medo do que está por vir!
E tenho medo de não conseguir realizar meus sonhos, e medo de permanecer no lugar que eu estou, essa "zona de conforto" que está me deixando cada vez mais tonta e descontente. Estou me mexendo pra mudar isso, mas está difícil, muito difícil!
Mas ainda bem que no meio desse caos todo, desse olho do furacão, existem algumas coisas boas que acontecem e isso vai anestesiando a gente!
Minha mais nova priminha nasceu cheia de saúde e apetite, não nega a família que veio! Sempre tem amigos que trazem queridos, encontros com velhos amigos queridos, cineminha, baladinha, casa e tudo mais!
Sebastião, por favor, me faça acreditar que mesmo no meio dessa desordem, o mundo é bom!

terça-feira, 3 de julho de 2012

"Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor, porque veio a saudade visitar meu coração..."

E essa carta é pra você.
Pra você que entrou na minha vida de repente e nunca mais saiu. Por culpa minha, por culpa sua.
E a minha raiva é de não conseguir sumir, te ignorar, te desprezar, como uma vez você fez comigo.
Mas por azar (ou sorte!), você voltou. Diz que voltou porque não aguentou ficar longe, não aguentou de saudades, que sentiu a minha falta.
O que você sente? O que eu sinto? Que loucura é essa? Por que a gente não consegue se distanciar?
Por que esse laço, esse nó, essa quase dependência?
Tantas perguntas que em tantos anos não conseguimos responder e parece que a cada dia mais fica mais difícil.
E o pior de tudo, que isso não faz bem pra você e muito menos pra mim, mas a gente insiste!
Queria poder dar um nome pra isso, mas não consigo. Não sei dar nome a algo que deixa feliz e enlouquece ao mesmo tempo, que leva da euforia ao desespero, do céu ao inferno! Não sei dar nome a algo que me faz perder o sono e depois me enche de raiva! Não sei dar nome a esse carinho louco, essa cumplicidade e a todos os desejos contidos.
E queria respostas, e queria saber porque fomos pra esse caminho, mas talvez o que eu mais queria era ter você aqui...

"Tão bom enquanto não durou..."

And dreamed of para-para-paradise...

A estrada me faz bem, sempre me fez!
Sempre achei delicioso viajar de carro, dividindo histórias, cantando alto, vendo paisagens, observando pessoas nas ruas, tentando imaginar suas histórias.
Finalmente um fim de semana de paz, cheio de sorrisos largos, risadas sinceras, amizades bonitas e palavras de conforto.