Assisti "Divã" pela segunda vez ontem e foi a melhor coisa que eu fiz numa terça feira a noite, onde eu tinha tido um dia péssimo.
Além de ter dado muita risada, chorei... gente, como eu chorei! Fazia tempo que não chorava desse jeito vendo filme!
Me encaixei tantas vezes nas cenas do filme que deu medo, muito medo mesmo!
Mas foi um medo com sinal de alerta, de correr atrás das coisas, de tentar melhorar... um medo de deixar a vida passar batido sabe...
Sei lá, ando tão estranha, desanimada... mas hei de melhorar!

"Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo.Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez.
Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos.
Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas.
Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara.
Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros.
Não era amor, eram dois celulares desligados.
Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno.
Não era amor, era sem medo. Não era amor. Era melhor."(Martha Medeiros)
PS: Vou arrumar o blog do meu jeitinho viu! Ainda nem passei o endereço pra todo mundo, mas vai ter link, vai ter template novo... não vai ficar sem sal assim não hehe